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Uma recente pesquisa realizada pela Sophos mostra que, segundo os funcionários, a responsabilidade pelo bloqueio de spam em setores corporativos deve ser do empregador. O estudo contou com a participação de mil usuários de computadores em empresas de pequeno e médio porte.
Segundo a pesquisa, apenas 13% das pessoas acreditam que seus empregadores não devem ser responsáveis pelo bloqueio de e-mails ofensivos recebidos. Por outro lado, mais de 50% dos pesquisados responderam que os empregadores devem adotar ações preventivas para garantir que spams com conteúdo violento, pornográfico e ofensivo não sejam enviados aos seus funcionários, de acordo com a Sophos, ela própria uma fornecedora de soluções anti-spam e antivírus corporativas.
Especialistas da Sophos estimam que mensagens de marketing não solicitadas representam mais de 50% do tráfego de e-mail e que esse número tende a aumentar no próximo ano. Para a empresa, além de ofender e distrair a atenção dos usuários, os spams também consomem tempo e recursos valiosos, resultando numa perda significativa de receita corporativa
Em dezembro de 2003, o Reino Unido adotou a legislação de Privacidade e Comunicações Eletrônicas (Privacy and Electronic Communications Regulation), que proíbe o envio de e-mails não solicitados. No entanto, essa legislação se aplica apenas a usuários individuais.
"Enquanto houver dinheiro envolvido na operação de envio de spams, seus criadores continuarão a nos fustigar com seus serviços e métodos ¿ independente do seu conteúdo ser atraente ou não¿, afirma Carole Theriault, consultora de segurança da Sophos.
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