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Com o objetivo de ser um instrumento de auto-regulamentação da atividade comercial via mensagens eletrônicas, foi lançado hoje na sede da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) o Código de Ética Anti-Spam. De acordo com Matinas Suzuki, da Câmara e-net, o Brasil é um dos únicos países do mundo a ter um código comum a todas as entidades do setor.
Segundo ele, a importância da criação do código de ética cria a possibilidade de levar aos poderes Legislativo e Judiciário os princípios que o setor acredita serem fundamentais para a criação de uma lei contra o spam no País. "Há uma grande possibilidade de auto-regulamentação de alguns casos de spam. Que o código de ética seja uma referência caso extrapole a auto-regulamentação", explicou.
O novo código de ética foi formulado por oito instituições, que compõem também o Comitê Brasileiro Anti-Spam. São elas: Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet), Câmara e-net, Fecomércio SP, Associação de Mídia Interativa (AMI), Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD), Associação Brasileira das Agências de Publicidade (ABAP) e a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA).
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