|
11/12/2002
Uma pesquisa encomendada pela Symantec, com mil consumidores, revelou dados interessantes sobre a guerra contra o spam, aquelas mensagens indesejadas, geralmente com publicidade, que chegam diariamente nas nossas caixas de entrada. Confira alguns resultados: · 37% dos entrevistados recebem mais de 100 mensagens indesejadas por semana, em casa ou no trabalho, e 63% recebem mais de 50; · Dos entrevistados que tem filhos menores, 77% estão preocupados com o fato de as crianças lerem os spam com mensagens pornográficas e fotos de sexo explícito; · O que mais preocupa os usuários em relação ao spam: mensagens com conteúdo pornográfico ou inapropriado (38%), apagar as mensagens ou cancelar o recebimento leva muito tempo (36%), spam consome recursos dos computadores e dos servidores de e-mail (18%), é difícil de cancelar ou bloquear (18%), e não é solicitado ou desejado (18%). · 42% dos usuários afirmam que não utilizam nenhum tipo de filtro contra spam. · 74% acham que o volume de spam está crescendo, e apenas 4% acreditam que está diminuindo; · 84% dos usuários concordam que o spam sobrecarrega seu tempo. Do total, 24% disseram gastar mais de 20 minutos dários com mensagens indesejadas, e 64%, mais de 10 minutos; · 69% concordam que o spam é prejudicial aos usuários de e-mail; Calcula-se que 40% do tráfego diário dos serviços de email sejam de Spam. É um problema que se agrava a cada dia e que, mesmo com novos utilitários e serviços oferecidos pelos provedores, não deve terminar tão cedo.
Desaparecidos
O Governo Federal tornou disponível um endereço para ajudar na busca por crianças desaparecidas. Basta cadastrar nome, data, descrição das roupas e uma foto. Além de aparecer nas páginas do site, a denúncia também vai para a Delegacia de Proteção da Criança e do Adolescente. Aquelas que forem encontradas também serão listadas. O endereço é www.mj.gov.br/desaparecidos.
Site da semana
Chega o verão e com ele está de volta a ameaça da Dengue. Para ajudar na prevenção da doença e na identificação de seus sintomas, o laboratório Sanofi-Synthélabo criou uma página com orientações ao público. O destaque da página são as ilustrações, bastante detalhadas, que permitem reconhecer o mosquito.
|