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Nesses tempos de gigabytes e terabytes multimídia, os discos rígidos extras para armazenar todo tipo de arquivos viraram objeto de desejo dos usuários de informática. Não faz muito tempo, a gente se contentava com o disco do próprio computador e mais alguns disquetes, depois CDs. Hoje, a moda é comprar um discão e conectá-lo via cabo USB ao micro para desafogar o disco "C" e guardar sem maior preocupação as milhares de fotos, as músicas e vídeos que acumulamos. Esses discos externos têm os mais variados tamanhos e preços. Numa visita a uma loja de computadores nos Estados Unidos, encontrei dezenas de marcas, com modelos que preenchiam várias paredes da megastore. A maioria começa em 80 Gigabytes e há discos de 1 terabyte. Os preços mais razoáveis (a partir de US$ 160) são dos modelos de 125 Gigabytes, e é o tamanho que aconselho. Se o preço realmente for bom, vale também cotar o disco de 250 Gigas.
Por trás desses novos dispositivos, está se consolidando uma nova tendência: a de transformar os discos rígidos em verdadeiros álbuns de fotos digitais que guardamos em gavetas para olhar o conteúdo quando der vontade. E comprar um discão novo será como comprar um álbum novo ou uma gaveta nova para colocar no armário. Essas pequenas caixas de metal guardarão cada vez mais os milhares de bytes que produzimos, seja nas gravações em MP3 ou com as câmeras digitais.
O correio híbrido, sistema de envio virtual de correspondência dos Correios, será ampliado e começará a funcionar em três meses. O sistema possibilita que alguém escreva uma carta pela Internet - no site dos Correios ou nas agências - para qualquer lugar do Brasil ou para mais de 200 países. A mensagem, quando chega na agência de destino, é impressa e entregue no endereço indicado, como qualquer carta comum. Atualmente, apenas dois centros - um em São Paulo e outro em Brasília - são responsáveis pelo processamento das cartas. A ampliação vai criar mais três centros, e haverá um em cada região geográfica brasileira. Todo o processo, da transmissão da mensagem até sua impressão, é automático e criptografado, o que garante o sigilo da correspondência. A estimativa é de que a despesa com transporte das cartas seja reduzida em 20%, o que significa uma economia de R$ 1,4 bilhão por ano aos Correios.
Dois jornais italianos publicaram esta semana uma reportagem avisando, principalmente aos adolescentes, que digitar constantemente nos minúsculos teclados do celular pode causar tendinite aguda. O alerta vem de médicos daquele país, alarmados com o uso crescente das SMS (mensagens curtas transmitidas via celular) por adolescentes. O abuso do recurso leva a casos como o de uma menina de 13 anos que precisou de tratamento ortopédico, antiinflamatórios e repouso para as mãos: ela enviava cerca de 100 mensagens via celular por dia.
As empresas de assistência técnica em todo o País vêem seu trabalho aumentar muito na época do verão. O Brasil é o recordista mundial de incidência de raios, muito comuns nas chuvas da estação. Por conta disso, o número de equipamentos com problemas cresce nessa época. Uma assistência técnica de Campinas, por exemplo, registrou um aumento de 23% de novembro para dezembro. Na capital paulista, outra empresa diz que as chuvas de verão elevam em 30% o número de equipamentos enviados para conserto. A solução, dizem especialistas, é os usuários se conscientizarem da necessidade de ter um nobreak. O custo do aparelho representa menos de 10% do preço de um microcomputador. Os prejuízos com uma eventual falha da rede elétrica podem ser astronomicamente maiores.
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