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Ao lado do VoIP, o Wi-Fi (Wireless Fidelity) é a tecnologia que deve seduzir tanto os usuários domésticos e de pequenas empresas como as grandes corporações em 2005. Um estudo recente comprovou que a mobilidade aumenta a produtividade, e o Wi-Fi é a solução mais popular para libertar os micreiros e as empresas dos fios, sobretudo na hora de acessar a Internet em banda larga.
A empresa de pesquisas IDC prevê que o número total de usuários públicos do Wi-Fi deve pular para 10,4 milhões em 2005 - um crescimento de 324% em relação ao ano passado. E que haverá pelo menos 118 mil "zonas" Wi-Fi em todo o planeta. Somente no Estado de São Paulo, já são mais de 500 pontos de acesso públicos, ou Hotspots. Aeroportos, hotéis, redes de fast food e até academias de ginástica estão oferecendo Wi-Fi como "valor agregado" para os seus clientes. Cidades como São Francisco (EUA) e Taipei (Taiwan) disputam o posto de mais conectadas do mundo. E uma empresa anunciou recentemente que vai prover acesso Wi-Fi em toda a cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo.
Mas o mercado Wi-Fi não é limitado aos pontos de acesso público. De acordo com a Jupiter Research, mais de metade dos norte-americanos optam por soluções wireless na hora de montar suas redes domésticas. Além disso, de acordo com o Yankee Group, uma em cada quatro empresas com mais de 100 funcionários já utiliza o Wi-Fi. O IDC projeta que o segmento de equipamentos para redes locais sem fio (WLAN) movimentará R$ 61 milhões em 2007. Ambos os dados são do Brasil.
Os analistas também acreditam que a integração da telefonia móvel com o Wi-Fi é a bola da vez no mercado corporativo.
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