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Ainda que seja tecnicamente um preview, a versão 1.0 do navegador gratuito Firefox estreou nesta terça e é praticamente um marco para a cultura open-source.
Esse preview é o último em uma série de avanços para o Firefox. Primeiramente conhecido como "Fênix" e depois como "Firebird", o navegador foi uma resposta às reclamações de que o Mozilla original sofria de um certo inchaço nos códigos. Ele rapidamente ganhou prêmios e fãs por seu tamanho reduzido e introdução de barras (tabs) no lugar de janelas e o bloqueador de pop-ups, então uma novidade. E, apesar de seus problemas de segurança, ganhou novos usuários e uma boa reputação.
O responsável por segurança de TI do governo alemão semana passada soltou um aviso, similar ao recente do governo americano, alertando para usuários de online banking trocar o IE pelo Mozilla. A Microsoft então fez várias atualizações de segurança do IE no lançamento do Service Pack 2 mês passado, ainda que não tenha feito grandes alterações no navegador em si.
O Firefox tem atraído empresas como a Nokia, que tem começado a adotá-lo como padrão, e desenvolvedores de código aberto como a K Desktop Environment, um grupo que trabalha em uma interface baseada em Linux. Eles adotaram mês passado o Gecko, a solução que combina vários navegadores da Mozilla, o que deixará suas soluções com aparência e performance de uma aplicação KDE e permitirá a seus usuários acessar as páginas da web pelo navegador e gerenciador de arquivos Konqueror.
O Firefox 1.0 terá Live Bookmarks, que permitirão ao usuário receber feeds de RSS no navegador, barra de busca do Google, mais opções de visualização de páginas (ainda que nem toda página esteja apta a abrir perfeitamente nele) e possibilidade de personalização como qualquer outro programa do gênero.
O preview, que não substitui o navegador que o usuário já usa por ser um beta e passível de erros de código, pode ser baixado no site do Mozilla.
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